MARÍLIA

Acusados de tráfico pedem retirada de tornozeleira

Pedidos chegam à Justiça em dois processos ligados à Operação Synthlux

Luís A. Coelho
Luís A. Coelho

Publicado em 21 de agosto de 2026, 15:06 — Em Marília

1 min de leitura
Acusados de tráfico pedem retirada de tornozeleira
Acusados de tráfico pedem retirada de tornozeleira

Acusados de envolvimento em uma organização de tráfico de drogas de alto padrão em Marília ingressaram com pedidos judiciais solicitando a retirada das tornozeleiras eletrônicas que utilizam como medida cautelar. Os requerimentos foram apresentados à Justiça e tramitam tanto no processo principal quanto em um caso conexo, relacionado à apreensão de entorpecentes ocorrida durante as buscas realizadas pela Operação Synthlux.

A Operação Synthlux foi deflagrada para investigar e desarticular uma suposta organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas sintéticas e de alto valor em Marília e região. A operação resultou em prisões, apreensões de substâncias ilícitas e decretação de medidas cautelares diversas da prisão, entre elas o uso de tornozeleiras eletrônicas pelos investigados que obtiveram o direito de responder ao processo em liberdade.

As tornozeleiras eletrônicas são instrumentos de monitoramento determinados pelo Poder Judiciário como alternativa à prisão preventiva, impondo restrições de circulação e permitindo o acompanhamento dos acusados pelas autoridades. O descumprimento das condições impostas pode resultar na decretação de prisão.

Os pedidos de liberação do equipamento foram formalizados pelos advogados de defesa dos réus e aguardam análise e decisão do juízo responsável pelos processos. A Justiça deverá avaliar se as condições que motivaram a imposição da medida cautelar permanecem presentes ou se houve alteração no quadro probatório e na situação processual dos acusados.

Até o momento, não há informação sobre prazo para que o magistrado se pronuncie sobre os requerimentos. O andamento dos pedidos será acompanhado no curso dos processos relativos à Operação Synthlux, que ainda segue em fase de instrução criminal em Marília.

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