Justiça mantém presos quatro réus por morte em rope jump
Caso envolve a morte de jovem durante prática do esporte em Limeira.
Publicado em 18 de agosto de 2026, 08:51 — Em Limeira

A Justiça de Limeira manteve a prisão preventiva dos quatro réus acusados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, ocorrida durante a prática de rope jump na cidade. A decisão judicial representa a manutenção das medidas restritivas contra os envolvidos enquanto o processo segue em andamento na comarca local.
O rope jump é uma modalidade de salto praticada a partir de pontes, viadutos ou estruturas elevadas, com o uso de cordas específicas para amortizar a queda. A prática, que atrai adeptos de esportes radicais, é alvo de debate quanto à regulamentação e à responsabilidade dos organizadores sobre a segurança dos participantes.
Maria Eduarda perdeu a vida durante a realização de um salto, episódio que resultou na instauração de investigação policial e, posteriormente, na denúncia criminal contra os quatro acusados. As circunstâncias exatas do acidente e as responsabilidades atribuídas a cada réu fazem parte da instrução processual em curso perante o Poder Judiciário de Limeira.
A manutenção das prisões preventivas indica que a Justiça avaliou estarem presentes os requisitos legais que justificam a custódia dos acusados antes do julgamento definitivo, como garantia da ordem pública ou conveniência da instrução criminal, conforme previsto no Código de Processo Penal.
O caso segue sob acompanhamento da Justiça limeirense, e o desfecho dependerá do conjunto de provas produzidas ao longo do processo. A família de Maria Eduarda aguarda o julgamento dos responsáveis pela morte da jovem.



