Mulher presa por vender canetas emagrecedoras clandestinas
Investigação teve início após suspeita divulgar produtos em redes sociais
Publicado em 3 de setembro de 2026, 08:36 — Em Baixada Santista

Uma mulher de 31 anos foi presa na Baixada Santista por comercializar ilegalmente canetas emagrecedoras sem registro ou autorização sanitária. A venda dos produtos era feita pela internet, e a acusada utilizava as próprias redes sociais para divulgar e atrair compradores.
A investigação foi iniciada a partir do monitoramento das publicações feitas pela suspeita nas plataformas digitais. O material divulgado chamou a atenção das autoridades, que passaram a acompanhar as atividades e reuniram evidências suficientes para fundamentar a prisão.
As chamadas canetas emagrecedoras são dispositivos injetáveis utilizados para aplicação de substâncias associadas ao controle de peso, como análogos de hormônios reguladores do apetite. A comercialização desse tipo de produto sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e sem prescrição médica é considerada crime, pois representa risco direto à saúde dos consumidores.
A venda clandestina de medicamentos pela internet tem se tornado alvo recorrente de operações policiais e de vigilância sanitária em todo o país. A facilidade de acesso às redes sociais permite que vendedores irregulares alcancem grande número de compradores sem qualquer controle sobre a procedência, composição ou validade dos produtos comercializados.
Após a prisão, a mulher foi encaminhada às autoridades competentes para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue em investigação para apurar a extensão da rede de distribuição, o volume de produtos comercializados e eventuais outros envolvidos na cadeia de fornecimento dos medicamentos clandestinos na região.




